Venha aprender na prática como é feita uma cerveja e descobrir que você também pode fazer na sua casa a sua própria cerveja, igual ou melhor que as comerciais.
Conteúdo do curso:
História da Cerveja, Ingredientes, Estilos, Equipamento, Processo de produção (na prática).
Inclui Apostila e CD contendo tabelas, literatura, e muito material de apoio.
Data: 01 de Fevereiro de 2014 – Sábado
Horário: Inicio às 09:00 hr – duração de 8 horas. (com lanche as 12:00)
Preço: R$ 300,00
Inscrições: pelo formulário online no link a seguir,
https://docs.google.com/forms/d/1_uhkNNsrxBWsDmxL090PwuKif4Pv2vWZ_qSLyIm_fkc/viewform
ou pelo email: edwarfonseca@gmail.com
Efetue o pagamento pelo PagSeguro: (pode ser parcelado em várias vezes no cartão)
Ou, se preferir, combine deposito ou transferência bancaria através do email: edwarfonseca@gmail.com
Local: Rua Visconde de Cairu, 21 (paralela ao canal 2, casa amarela, quase esquina com a Carvalho de Mendonça)
Você receberá uma confirmação da sua inscrição após pagamento.
Somente com a confirmação é que você poderá participar do curso.
Vagas: Apenas 10 vagas por turma. Faça sua inscrição agora.
Novas turmas serão abertas mensalmente durante o ano todo.
Se você tiver uma turma e um espaço, a Conscerva leva o curso até você. Entre em contato
pelo email: edwarfonseca@gmail.com
17 janeiro 2014
26 dezembro 2013
Ceia de Natal
Como era previsto nossa ceia de Natal foi harmonizada com
boas cervejas. Procuramos fazer com cervejas
encontradas facilmente em bons mercados, ou seja , todos podem provar.
Todo o processo foi movido pela curiosidade e pesquisa.
Curiosidade, pois a intenção era fazer algo diferente (nada de peru, tender,
etc), pesquisa porque depois de definidos os pratos fomos procurar nas
literaturas as cervejas para harmonização.
A Entrada:
Folhas de Endívias com presunto de parma, figo e amêndoas com um toque de aceto balsâmico reduzido.
A cerveja:
Procuramos uma que principalmente combinasse com o sabor
mais pronunciado do prato: o presunto. Dentre várias possibilidades uma nos chamou
atenção, a Weizenbock pois é uma cerveja com uma graduação alcoólica um pouco
elevada e com sabores que lembram frutas secas. O álcool ajudaria a limpar a
gordura e o ácido do presunto e do aceto respectivamente e as frutas secas
harmonizariam com as amêndoas torradas.
Acertamos em cheio, todos adoraram e o que mais se ouvia na
mesa era o prazeroso som do “hummm!!!” - a ceia começou muito bem.
Prato Principal:
Codorna recheada com farofa de frutas, acompanhada de
batatinhas e cebolas assadas com alecrim e aspargos na manteiga.
A Cerveja:
Nessa tivemos um pouco mais de dificuldade de encontrar,
tanto é, que foi gerado um agradável bate papo na mesa. Uns falando que estava
perfeito, outros falando que faltou algo.
A cerveja escolhida foi a Witbier Estrella Damm Inedit, pois
com seu sabor frutado e leve combinaria muito bem com uma ave delicada como a
codorna e com seu recheio adocicado de farofa de frutas.
Houve quem achasse perfeito, uma harmonização por
semelhança. Cerveja saborosa, delicada e perfumada junto com o prato também com
estas características, porém tivemos opiniões diversas quando a carne entrava na jogada - o sabor desaparecia
prevalecendo a cerveja, o que não era a intenção.
O prato estava delicioso, a codorna assada na medida. O
recheio de farofa com frutas espetacular que com a witbier, todos concordaram , ficou
ótimo. Agora, temos que continuar nossa pesquisa para encontrar a cerveja que
combine com o prato todo. Ô tarefa difícil, rsrsrs.
Sobremesa:
Torta Banoffee.
A Cerveja:
A cerveja escolhida foi a Way Cream Porter, e mais uma vez
acertamos. Talvez a mais perfeita de todas. O destaque que a torta dava para os
maltes torrados da cerveja era algo incomum.
A cada gole você pedia mais. Basicamente era o seguinte, a
torta Banoffe tem em sua receita banana, doce de leite e chantilly, algo
cremoso e doce que era limpado pela carbonatação da cerveja e em seguida surgia
o sabor tostado. Simplesmente sensacional.
A ceia terminou bem!
25 novembro 2013
Incrementando os equipamentos na produção de cerveja caseira
Olá pessoal,
Até hoje sempre fizemos nossos 20 litrinhos em nossas panelas originais. Tudo manual, recirculação, lavagem, passar da panela de mostura para fervura usando balde auxiliar, resfriamento com chiller de imersão, .... show !
Ontem porém, foi dia de, enfim, colocar em funcionamento as panelas de inox Blichmann de 100L, bomba de circulação (brew pump) e resfriador de contrafluxo (counterflow chiller)...que estavam há mais de ano aguardando sua vez... (parece incrivel mas o tempo passa muito rapido).
Resolvemos não ser tão agressivos e definimos fazer 40 litros, para testar a montagem do circuito todo, aprender com os erros, ajustar, aprimorar....
Assisti um video sobre a montagem e uso do resfriador de contrafluxo, para tirar a dúvida de onde entrava o quê naquela "mola"..(rssss...). Já sabiamos que era por dentro cerveja e por fora a água, mas qual das entradas era o que ? Se ajudar alguém segue o desenho feito por mim:
Para os demais itens, como sempre tem sido em nossa saga cervejeira (e com certeza na de muitos confraternos), novamente aplicamos a técnica do "aprender fazendo"....
Não conseguimos tempo livre para fazer ensaios previos, e com isso fomos encarando o que ia acontecendo durante o processo.
Por exemplo: montamos a panela de cozimento mais baixa para facilitar a movimentação do malte sem ter que subir em banquinho ou cadeira.... mas o resultado foi um pouco complicado pois as nossas "canelas" e pés... ficaram em brasa (rssss....), foi facil movimentar o mosto, mas como escolhemos fazer 40 litros, o mosto ficou abaixo da altura do termometro da panela, ou seja, tivemos que usar o termometro manual e ai foi "osso" ficar quase que entrando dentro da panela para medir a temperatura no mosto lá embaixo.... Acho que a missão agora será adicionar pás motorizadas para movimentar os grãos e fazer brassagens de no minimo 60 litros, ou adicionar um termometro digital que vá até quase o fundo da panela e prender na lateral acima.
Quanto à bomba, essa foi um espetáculo (ela está na imagem acima, entre a panela mais alta e o resfriador, embaixo de uma caixa de papelão que improvisamos como "carcaça de proteção").
Se comportou muito bem. Silenciosa e muito rapida.
Mas por falar, nisso em certos momentos, foi rapida até demais. Era muito forte para o sparge; mas ajudou a acelerar um pouco. Iniciamos com ela, e depois fomos para a boa e velha jarra de plastico transparente para visualizarmos a limpeza e claridade do mosto.
A lavagem dos grãos ela estava puxando o conteúdo da panela de brassagem para a panela de fervura, e novamente ela puxava muito mais do que conseguiamos colocar a agua por sobre a cama de grãos. Então foi o tal do ....puxa um pouco, desliga....põe agua....puxa mais um pouco...desliga....
Mas, funcionou perfeitamente e puxou todo o mosto até a ultima gota...sem precisar do "vira-vira" panela..
A fervura foi tranquila, porém o termometro da panela está danificado, talvez por ação do tempo que ficou parado. Precisarei levar em alguma casa de aferição/calibragem para consertarem.
Mas porque se preocupar com a temperatura se ia ferver ?
É que ao término da fervura conectamos a saida da panela na bomba, a bomba no resfriador de contrafluxo e recirculamos de volta para a panela e ai o termometro foi necessario para acompanhar a temperatura baixando até o desejado e tivemos que usar o termometro de mão.
No contrafluxo do resfriador, a agua passou pelo antigo chiller mergulhado em gelo.
O resfriamento foi otimizado e em um tempo muito bom para 40 litros.
E novamente a bomba ajudou a enxer os baldes fermentadores.
Mas aqui tomamos uma rasteira da bomba, pois quando terminamos de esfriar, desligamos a bomba e tiramos a mangueira da torneira da panela para enxer o primeiro balde direto da panela para o balde, mas esquecemos que a mangueira da recirculação ainda estava dentro da panela o que criou um efeito vacuo com a bomba e o chiller e continuou drenando silenciosamente mosto da panela, pois de inicio achamos que era somente o resquicio que estava nas mangueiras e chiller.....mas enquanto o primeiro balde enxia, o "resquicio" não terminava nunca.... até cair a ficha de que a bomba não é uma chave e sim uma passagem direta...e tinha feito um vacuo e "vasos comunicadores" (como disse o Brudzinski) .....e.... perdemos alguns litrinhos...E ainda ficamos olhando e dizendo "nossa ! não é possivel ter isso tudo de percurso dentro das mangueiras e chiller...". (hehehehe....só rindo mesmo !)
Como disse lá em cima...vivendo e aprendendo...erá só levantar a mangueira da recirculação para fora do mosto.
Outro problema foi ter apenas 1 bomba, e com isso, para poder usa-la em varios momento, foi preciso, conectar e desconectar as mangueiras. Isso será parcialmente resolvido com conectores "quick-(dis)connect"; já adiquiridos mas ainda "em transito". Porém o melhor mesmo será montar chaves abre e fecha para controlar e desviar o fluxo.
Como próximo passo, precisamos aprimorar colocando um gotejador/chuveiro para o sparge e talvez uma outra bomba para a lavagem acontecer em sincronismo com a bomba extratora. Se bem que vou analisar se consigo controlar a potencia da bomba para ela puxar com menor velocidade quando necessário.
Espero que este relato, de alguma forma possa ser útil, ou para fomentar o aprimoramento dos equipamentos ou para dar algumas dicas. E por falar nisso, se alguém tiver alguma dica para os nossos percauços citado acima, ficaremos muito gratos.
A cerveja brassada foi uma Witbier (tradução: cerveja branca. Wit = branco). Uma cerveja que tem suas origens ligadas à Belgica. É uma Ale feita com trigo e temperada com sementes de coentro e casca de laranja curaçau. A laranja curaçau não é comum aqui na nossa região. Ela é tipica da Ilha de Curaçau e inclusive os licores que levam este nome são feitos com a tal laranja. Mas como não tinhamos a laranja curaçau então trocamos por casca de grapefruit (para aproximar um pouco o amargor) + limão siciliano (para dar um toque citrico e refrescancia especial). As sementes de coentro não foram moidas, ao inves disso, foram "trituradas" em uma caneca com um socador e juntas com as cascas da laranja e limão deixaram um aroma divino no ar. (combinação perfeita).
Inclusive na caneca usada para triturar as sementes de coentro, na sequencia eu bebi algumas rodadas de cerveja e o aroma e sabor do coentro ficaram presentes durante várias rodadas ... uma delicia.... acho que vou fazer isso mais vezes...
Mais detalhes, fotos, comentários acessem nosso facebook: facebook.com/conscerva
Abraços
Edwar (Ed - Conscerva)
Até hoje sempre fizemos nossos 20 litrinhos em nossas panelas originais. Tudo manual, recirculação, lavagem, passar da panela de mostura para fervura usando balde auxiliar, resfriamento com chiller de imersão, .... show !
Ontem porém, foi dia de, enfim, colocar em funcionamento as panelas de inox Blichmann de 100L, bomba de circulação (brew pump) e resfriador de contrafluxo (counterflow chiller)...que estavam há mais de ano aguardando sua vez... (parece incrivel mas o tempo passa muito rapido).
Resolvemos não ser tão agressivos e definimos fazer 40 litros, para testar a montagem do circuito todo, aprender com os erros, ajustar, aprimorar....
Assisti um video sobre a montagem e uso do resfriador de contrafluxo, para tirar a dúvida de onde entrava o quê naquela "mola"..(rssss...). Já sabiamos que era por dentro cerveja e por fora a água, mas qual das entradas era o que ? Se ajudar alguém segue o desenho feito por mim:
Para os demais itens, como sempre tem sido em nossa saga cervejeira (e com certeza na de muitos confraternos), novamente aplicamos a técnica do "aprender fazendo"....
Não conseguimos tempo livre para fazer ensaios previos, e com isso fomos encarando o que ia acontecendo durante o processo.
Por exemplo: montamos a panela de cozimento mais baixa para facilitar a movimentação do malte sem ter que subir em banquinho ou cadeira.... mas o resultado foi um pouco complicado pois as nossas "canelas" e pés... ficaram em brasa (rssss....), foi facil movimentar o mosto, mas como escolhemos fazer 40 litros, o mosto ficou abaixo da altura do termometro da panela, ou seja, tivemos que usar o termometro manual e ai foi "osso" ficar quase que entrando dentro da panela para medir a temperatura no mosto lá embaixo.... Acho que a missão agora será adicionar pás motorizadas para movimentar os grãos e fazer brassagens de no minimo 60 litros, ou adicionar um termometro digital que vá até quase o fundo da panela e prender na lateral acima.
Quanto à bomba, essa foi um espetáculo (ela está na imagem acima, entre a panela mais alta e o resfriador, embaixo de uma caixa de papelão que improvisamos como "carcaça de proteção").
Se comportou muito bem. Silenciosa e muito rapida.
Mas por falar, nisso em certos momentos, foi rapida até demais. Era muito forte para o sparge; mas ajudou a acelerar um pouco. Iniciamos com ela, e depois fomos para a boa e velha jarra de plastico transparente para visualizarmos a limpeza e claridade do mosto.
A lavagem dos grãos ela estava puxando o conteúdo da panela de brassagem para a panela de fervura, e novamente ela puxava muito mais do que conseguiamos colocar a agua por sobre a cama de grãos. Então foi o tal do ....puxa um pouco, desliga....põe agua....puxa mais um pouco...desliga....
Mas, funcionou perfeitamente e puxou todo o mosto até a ultima gota...sem precisar do "vira-vira" panela..
A fervura foi tranquila, porém o termometro da panela está danificado, talvez por ação do tempo que ficou parado. Precisarei levar em alguma casa de aferição/calibragem para consertarem.
Mas porque se preocupar com a temperatura se ia ferver ?
É que ao término da fervura conectamos a saida da panela na bomba, a bomba no resfriador de contrafluxo e recirculamos de volta para a panela e ai o termometro foi necessario para acompanhar a temperatura baixando até o desejado e tivemos que usar o termometro de mão.
No contrafluxo do resfriador, a agua passou pelo antigo chiller mergulhado em gelo.
O resfriamento foi otimizado e em um tempo muito bom para 40 litros.
E novamente a bomba ajudou a enxer os baldes fermentadores.
Mas aqui tomamos uma rasteira da bomba, pois quando terminamos de esfriar, desligamos a bomba e tiramos a mangueira da torneira da panela para enxer o primeiro balde direto da panela para o balde, mas esquecemos que a mangueira da recirculação ainda estava dentro da panela o que criou um efeito vacuo com a bomba e o chiller e continuou drenando silenciosamente mosto da panela, pois de inicio achamos que era somente o resquicio que estava nas mangueiras e chiller.....mas enquanto o primeiro balde enxia, o "resquicio" não terminava nunca.... até cair a ficha de que a bomba não é uma chave e sim uma passagem direta...e tinha feito um vacuo e "vasos comunicadores" (como disse o Brudzinski) .....e.... perdemos alguns litrinhos...E ainda ficamos olhando e dizendo "nossa ! não é possivel ter isso tudo de percurso dentro das mangueiras e chiller...". (hehehehe....só rindo mesmo !)
Como disse lá em cima...vivendo e aprendendo...erá só levantar a mangueira da recirculação para fora do mosto.
Outro problema foi ter apenas 1 bomba, e com isso, para poder usa-la em varios momento, foi preciso, conectar e desconectar as mangueiras. Isso será parcialmente resolvido com conectores "quick-(dis)connect"; já adiquiridos mas ainda "em transito". Porém o melhor mesmo será montar chaves abre e fecha para controlar e desviar o fluxo.
Como próximo passo, precisamos aprimorar colocando um gotejador/chuveiro para o sparge e talvez uma outra bomba para a lavagem acontecer em sincronismo com a bomba extratora. Se bem que vou analisar se consigo controlar a potencia da bomba para ela puxar com menor velocidade quando necessário.
Espero que este relato, de alguma forma possa ser útil, ou para fomentar o aprimoramento dos equipamentos ou para dar algumas dicas. E por falar nisso, se alguém tiver alguma dica para os nossos percauços citado acima, ficaremos muito gratos.
A cerveja brassada foi uma Witbier (tradução: cerveja branca. Wit = branco). Uma cerveja que tem suas origens ligadas à Belgica. É uma Ale feita com trigo e temperada com sementes de coentro e casca de laranja curaçau. A laranja curaçau não é comum aqui na nossa região. Ela é tipica da Ilha de Curaçau e inclusive os licores que levam este nome são feitos com a tal laranja. Mas como não tinhamos a laranja curaçau então trocamos por casca de grapefruit (para aproximar um pouco o amargor) + limão siciliano (para dar um toque citrico e refrescancia especial). As sementes de coentro não foram moidas, ao inves disso, foram "trituradas" em uma caneca com um socador e juntas com as cascas da laranja e limão deixaram um aroma divino no ar. (combinação perfeita).
Inclusive na caneca usada para triturar as sementes de coentro, na sequencia eu bebi algumas rodadas de cerveja e o aroma e sabor do coentro ficaram presentes durante várias rodadas ... uma delicia.... acho que vou fazer isso mais vezes...
Mais detalhes, fotos, comentários acessem nosso facebook: facebook.com/conscerva
Abraços
Edwar (Ed - Conscerva)
19 setembro 2013
Lavando leveduras para reutilizar em outras fermentações
Olá pessoal, faz tempo que não escrevo mas ontem recebi umas das fontes de minhas inspirações, a revista BYO (Brew Your Own).
Li mais uma brilhante materia sobre nossas amigas leveduras, como reutiliza-las. (inclusive nesta edição tem uma fantástica lista de 206 familias de leveduras disponiveis no mercado, norte-americano,... dos principais fabricantes...Claro que a grande maioria ainda não está disponivel na loja mais proxima de você,.. mas... pode ser que em uma certa loja em Campinas... exista várias dessas cepas... (rsss..inclusive o nome da loja tem tudo a ver com as leveduras... Lamas...rsss... ABRAÇÃO pessoal do LAMAS).
Voltando a materia, em um quadrinho fala sobre "Coletar levedura da sua recente produção para usar em próximas" e achei que poderia ser interessante para algumas pessoas.
Não...eu ainda não me aventurei a colocar em pratica esta sequência, mas em breve quem sabe e até por isso estou escrevendo este artigo porque depois a revista some no meio de tantas outras coisas por aqui....(alguém sofre desse mal também? não encontrar mais alguma coisa que sabe que está em algum lugar....mas....rssssss...)
Vamos ao que interessa:
(Ah...David Lamas, se alguma coisa do que eu escrever aqui estiver errada, por favor, me corrija hein ?! Valeu. Abraços.)
1. Para reutilizar levedura você precisa de um processo de lavar as leveduras, ou seja, separar celulas saudáveis de outras já velhas, mortas, trub (restos) e particulas de lupulo.
2. Ao transferir a cerveja para outro balde no término da fermentação primária, deixe um fundo de liquido bem na altura do "bolo" (ou da "lama"...lembra algum nome?) de leveduras que ficou no fundo do balde, dê uma balançada circular no balde para dar uma dissolvida na lama....para desgrudar do balde...e transfira para um recipiente esterelizado de aprox. 4 litros (estamos falando de uma brassagem padrão de 20 litros).
3. Adicione água estéril no dobro do volume que se encontra no recipiente. Cubra e deixe repousar por uns 30 minutos. Depois desse tempo você verá que o liquido se separou. No fundo o que você não quer e em cima as nossas amigas saudáveis e cremosas...Retire estas saudaveis amiginhas do andar superior cuidadosamente passando para outro recipiente esterelizado.
4. Tampe o frasco não com muita força e coloque no refrigerador bem frio. As leveduras ficam dormentes mas não deixam de produzir CO2 e isso poderia explodir o seu frasco, então diariamente desatarrache levemente a tampa para permitir a saída do CO2 e feche novamente. Repita isso por uns 3 a 4 dias, e então feche a tampa de forma a não mais entrar ou sair ar. Uma alternativa seria fazer um furo na tampa e usar um airlock. Coloque data e outras informações sobre a cepa no frasco. Se quando for usar já tiverem passados mais de 7 dias, faça um "starter" antes para reativar as leveduras.
5. Se você tiver tempo e disposição, o ideal seria você criar um cronograma de produção frequente de cervejas de tal forma a reaproveitar a levedura do fim de uma fermentação diretamente no inicio da próxima fermentação (sai de um balde, lava e entra no outro). ...que marravilha...
Segue algumas fotos que peguei da Internet, porque como disse, eu ainda não me aventurei.....

E bom reaproveitamento.
Abraços
Li mais uma brilhante materia sobre nossas amigas leveduras, como reutiliza-las. (inclusive nesta edição tem uma fantástica lista de 206 familias de leveduras disponiveis no mercado, norte-americano,... dos principais fabricantes...Claro que a grande maioria ainda não está disponivel na loja mais proxima de você,.. mas... pode ser que em uma certa loja em Campinas... exista várias dessas cepas... (rsss..inclusive o nome da loja tem tudo a ver com as leveduras... Lamas...rsss... ABRAÇÃO pessoal do LAMAS).
Voltando a materia, em um quadrinho fala sobre "Coletar levedura da sua recente produção para usar em próximas" e achei que poderia ser interessante para algumas pessoas.
Não...eu ainda não me aventurei a colocar em pratica esta sequência, mas em breve quem sabe e até por isso estou escrevendo este artigo porque depois a revista some no meio de tantas outras coisas por aqui....(alguém sofre desse mal também? não encontrar mais alguma coisa que sabe que está em algum lugar....mas....rssssss...)
Vamos ao que interessa:
(Ah...David Lamas, se alguma coisa do que eu escrever aqui estiver errada, por favor, me corrija hein ?! Valeu. Abraços.)
1. Para reutilizar levedura você precisa de um processo de lavar as leveduras, ou seja, separar celulas saudáveis de outras já velhas, mortas, trub (restos) e particulas de lupulo.
2. Ao transferir a cerveja para outro balde no término da fermentação primária, deixe um fundo de liquido bem na altura do "bolo" (ou da "lama"...lembra algum nome?) de leveduras que ficou no fundo do balde, dê uma balançada circular no balde para dar uma dissolvida na lama....para desgrudar do balde...e transfira para um recipiente esterelizado de aprox. 4 litros (estamos falando de uma brassagem padrão de 20 litros).
3. Adicione água estéril no dobro do volume que se encontra no recipiente. Cubra e deixe repousar por uns 30 minutos. Depois desse tempo você verá que o liquido se separou. No fundo o que você não quer e em cima as nossas amigas saudáveis e cremosas...Retire estas saudaveis amiginhas do andar superior cuidadosamente passando para outro recipiente esterelizado.
4. Tampe o frasco não com muita força e coloque no refrigerador bem frio. As leveduras ficam dormentes mas não deixam de produzir CO2 e isso poderia explodir o seu frasco, então diariamente desatarrache levemente a tampa para permitir a saída do CO2 e feche novamente. Repita isso por uns 3 a 4 dias, e então feche a tampa de forma a não mais entrar ou sair ar. Uma alternativa seria fazer um furo na tampa e usar um airlock. Coloque data e outras informações sobre a cepa no frasco. Se quando for usar já tiverem passados mais de 7 dias, faça um "starter" antes para reativar as leveduras.
5. Se você tiver tempo e disposição, o ideal seria você criar um cronograma de produção frequente de cervejas de tal forma a reaproveitar a levedura do fim de uma fermentação diretamente no inicio da próxima fermentação (sai de um balde, lava e entra no outro). ...que marravilha...
Segue algumas fotos que peguei da Internet, porque como disse, eu ainda não me aventurei.....
E bom reaproveitamento.
Abraços
05 julho 2013
Um grande idéia para cervejas caseiras não terem rotulos....
Já que a lei proibe até de ter rotulo em cerveja artesanal caseira.... meu comparça cervejeiro RODRIGO BRUDZINSKI inventou ou re-inventou esta grande idéia ... que ainda não foi batizada, mas eu estou chamando de "CRACHÁ" da cerveja.
Alguns podem até dizer que isso já existia, etc... mas em outro contexto, em cervejas com rotulo. Neste caso ele (re)surgiu para não configurar a cerveja como comercial. Ela continua sendo artesanal caseira pois não tem nada grudado na garrafa.
O CRACHÁ nada mais é do que um livretinho, com todas informações da cervjea que fica pendurado no gargalo, e desta forma não tem rotulo na garrafa o que até facilita nosso trabalho (caseiros) para novos engarrafamentos...
Ah, aproveitando ai está o CRACHA da ABISSAL, nosso nova cerveja !
Porter com Chips no Licor de Cacau.
Alguns podem até dizer que isso já existia, etc... mas em outro contexto, em cervejas com rotulo. Neste caso ele (re)surgiu para não configurar a cerveja como comercial. Ela continua sendo artesanal caseira pois não tem nada grudado na garrafa.
O CRACHÁ nada mais é do que um livretinho, com todas informações da cervjea que fica pendurado no gargalo, e desta forma não tem rotulo na garrafa o que até facilita nosso trabalho (caseiros) para novos engarrafamentos...
Ah, aproveitando ai está o CRACHA da ABISSAL, nosso nova cerveja !
Porter com Chips no Licor de Cacau.
VALEU RODRIGO !!
Um brinde a criatividade e a infinita possibilidade de continuar sempre descobrindo caminhos.
05 junho 2013
VIII Encontro Nacional Acervas - Curitiba 2013
(mais fotos no FACEBOOK - facebook.com/conscerva)
Olha a Conscerva em Curitiba, participando da entoação OÊÊÊÊÊÊ...... !
Da direita para a esquerda, aqui bem no cantinho à direita, o primeiro, de barba, é o Rodrigo Brudzinski e ao lado de boné sou eu Edwar, estamos "fardados" com a camiseta da Abissal.....
Vejam mais fotos em nosso mais novo canal social: https://www.facebook.com/Conscerva
Abaixo seguem algumas que fiz (Ed) com meu celular:
Pessoal da Acerva Paulista no balcão dos caseiros, distribuição gratuita de cerveja de alta qualidade:
Banda de Rock mandando ver em Pearl Jam..
Bicos da Bierland...
Dentro da fabrica, estavam alguns bicos e o balcão central dos caseiros...
Dilson, o 3o integrante com a camisa da Abissal...e a esquerda as barracas dos lanches vendidos na festa..
Eu (Ed) e o Samuel da Bode Brown...
Engenhoca da Acerva Paulista para servir o chopp....criatividade...
KombIPA da BodeBrown...Bicos de Chopp na lateral da Kombi...
KombIPA com Samuel...
Gramado da frente da fabrica....onde estava a banda lá ao fundo, à direita da imagem está o meio do gramado onde havia uma grande cobertura, barracas à esquerda da foto com cervejas a venda...
Ai estão Robrido e Edilson...
Vejam mais fotos em nosso mais novo canal social: https://www.facebook.com/Conscerva
18 maio 2013
Vinda das profundezas....Abissal....
Prepare-se....ela está chegando...
Afine seu paladar....
Mais uma cerveja para surpreender os mais exigentes dos apreciadores da boa cerveja caseira.
Nós mesmos!!!
Sete tipos de maltes, lúpulos, longa maturação e ingredientes top secret.
A hora está chegando...
Assinar:
Comentários (Atom)

























